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Pesquisa de Voto - Presidente do Brasil
terça-feira, 22 de abril de 2014
Fotos de Lady Gaga sem Photoshop para campanha da Versace vazam na internet
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Promessas tecnológicas para 2014 incluem relógios 'supersmart' e TVs flexíveis
Mas 2014 promete.
Predizer o futuro é muito mais difícil que avaliar o que passou, mas você poderia acordar em 1º de janeiro de 2015 em um diferente mundo das maravilhas digital.
Não, você não vai estar deitado na cama enquanto seu robô humanoide ajuda com seu bacon e seus ovos e passeia com o cachorro –que também possivelmente é robótico, feito pelo Google. Isso fica para as previsões de 2035. Mas você pode acordar para um alerta de um relógio no seu pulso –não do smartphone no seu criado-mudo. No ano passado, vimos algumas tentativas de "smartwatches", como o Pebble; neste ano, essas bugigangas podem se tornar muito mais interessantes.
"Relógios inteligentes, que se conectam a seu celular, vão criar toda uma nova categoria para a computação neste ano", disse Sarah Rotman Epps, uma analista especializada em computadores vestíveis. Ela diz que o há muito esperado relógio da Apple, que acredita-se que será lançado em 2014, poderia mudar a maneira como lidamos com nossos pulsos, da mesma forma que a Apple transformou a indústria de celulares em 2007.
De acordo com o Citigroup, a indústria de relógios global gerou US$ 60 bilhões em vendas em 2013. Muitas pesquisas estimam que o negócio de smartwatch gere bilhões a mais em faturamento para as empresas de tecnologia em 2014.
Seu celular de 2014 vai ser quase exatamente o mesmo que o que está no seu bolso hoje –apesar de um pouco maior e ligeiramente mais fino. Mas o software nele vai ser mais inteligente, por causa de sensores de localização melhorados. Em vez de ter de olhar para o celular todo o tempo, seu telefone começará a te avisar quando você precisa olhar.
O Foursquare, rede social que se baseia em localização, está à frente deste movimento de inovação. Seu aplicativo funciona por detrás da cortina para garimpar diferentes pedaços de informação –incluindo sua situação, a hora do dia e onde seus amigos têm estado– e, então, sugere o que fazer. "Parece que você está perto do Sightglass Coffee", o aplicativo diz se caminho próximo a uma cafeteria pela manhã. "Seu amigo Dennis esteve aí e recomenda o capuccino."
Agora, imagine que todos os seus aplicativos passem a fazer isso. O Twitter poderia dizer quando um evento noticioso acontece próximo a sua casa. O Facebook avisaria se seus amigos estão dizendo "parabéns" em alguma postagem –e se você também deveria fazê-lo. Seu celular poderia manter automaticamente mensagens de e-mail, SMS e chamadas escondidas enquanto você está jantando com a família, tudo detectando que os aparelhos de seu cônjuge e de seus filhos estão na sala de jantar no mesmo momento da noite.
Até agora, as telas de TV vêm seguindo padrões no tamanho e também no formato –retangular. Apesar de isso não dever mudar em 2014, poderemos ver protótipos de coisas diferentes.
"Estamos trabalhando em telas flexíveis há mais de uma década e, neste último ano, finalmente chegamos a soluções", disse Peter Bocko, chefe de tecnologia da Corning Glass Technologies, responsável pela tecnologia Gorilla Glass, em um momento de 2013. Isso significa que as telas poderiam se envolver em roupas que vestimos ou em pacotes que compramos.
Em nossas casas, essa tecnologia flexível poderia ser traduzida em telas semelhantes a papéis de parede, que poderiam ser fixadas a superfícies verticais.
Mas não fique assustado se você se sentar para tomar uma xícara de chá em frente a sua nova tela flexível e ouvir um zumbido vindo do lado de fora: é o provavelmente o drone de seu vizinho, inspecionando seu quintal para ver se a grama é mais verde que a dele.
Até agora, os drones –aeronaves não tripuladas– vêm sendo usados majoritariamente por hobbistas e fotógrafos, mas o órgão que regulamenta a aviação nos EUA, a FAA, deve emitir ainda neste mês algumas regras para expandir o uso comercial de drones.
Downey prevê que qualquer preocupação sobre privacidade em relação aos drones deve se dissipar com o tempo.
"Quando o GPS deixou de ser exclusividade do governo, as pessoas viram aquilo como algo que poderia ser usado para monitoramento deles, e eles disseram 'não', absolutamente", disse. Apesar disso, agora todos temos GPS em carros e no smartphone. "Acho que veremos algo muito similar acontecendo com os drones."
No ano passado, vimos a melhoria de impressoras 3D que podem criar objetos físicos de arquivos digitais. Em 2014, poderemos começar a ver esses dispositivos se tornando um objeto de casa, assim como impressoras de jato de tinta se tornaram norma no final dos anos 80.
Segundo o Gartner, a empresa de pesquisa, consumidores e companhias gastarão mais de US$ 600 milhões em produtos relacionados à tecnologia de impressão 3D neste ano.
Para que você vai usar isso? Talvez você faça sua própria capinha para o iPhone, em vez de comprá-las de lojas, vai imprimir um saleiro novo, ou baixar um projeto e imprimir uma nova peça para seu drone.
E, quem sabe, se você arranjar uma impressora 3D no próximo ano, talvez possa começar a baixar as peças para seu próprio robô humanoide que pode fazer seu café da manhã e passear com seu cachorro em 2015.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
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Lançamento da revista Before Watchmen: Minutemen causa polêmica

domingo, 12 de fevereiro de 2012
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Anonymous derruba site do FBI após fechamento do Megaupload

domingo, 15 de janeiro de 2012
Queda de mais um satélite aumenta preocupação com o lixo espacial
A verdade é que quase todos os dias algum objeto do espaço entra na atmosfera da Terra. Na maior parte, são objetos pequenos, pedaços de foguetes ou satélites, que viajam a velocidades muito altas, acima de 25 mil km/h. A resistência do ar gera atrito e, por consequência, eleva a temperatura, o que faz com que esses objetos se desmanchem.
Segundo a Nasa, há cerca de 19 mil objetos com pelo menos 10 cm na órbita da Terra. Com entre 1 e 10 cm, são em torno de 500 mil. Os fragmentos ainda menores são dezenas de milhões.
“Você não vai jogar fora um satélite que opera perfeitamente. Você só quer jogar fora quando ele já está falhando e, quando ele está falhando, fica difícil retirá-lo de lá. É como se o seu carro estragar e você o abandonar na beira da estrada”, compara Petrônio Noronha de Souza, chefe do Laboratório de Integração e Testes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
A região mais congestionada da órbita fica cerca de 800 km acima da superfície da Terra. Objetos nessa altitude levam décadas para reentrar na atmosfera. A 600 km, eles caem em questão de poucos anos, e o processo leva séculos se a altitude passa de 1.000 km.
A maior preocupação, no entanto, não deve ser com o risco de um satélite em queda. Um acidente no espaço é mais provável e pode afetar satélites em funcionamento, essenciais para serviços como a meteorologia e as comunicações.
“O prejuízo que seria causado para a sociedade moderna se ela perdesse a capacidade de usar os serviços dos satélites seria muito maior do que o provocado pela queda de uma peça na Terra”, aponta Noronha de Souza.
“Nós gostamos que os objetos caiam, porque isso diminui o risco de colisões no espaço”, concorda Darren McKnight, do Conselho de Pesquisa Nacional dos EUA, um dos autores de um estudo publicado em setembro sobre os riscos impostos pelo lixo espacial.
Para ele, o risco que uma pessoa tem de ser alvejada em terra por um destroço espacial é comparável à de ser alvejado por um raio. “Já houve grandes pedaços caindo antes. Eu não diria que o risco está aumentando”, avalia o especialista.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Cruzeiro com mais de 4.000 a bordo naufraga na Itália
O navio Costa Concordia bateu num banco de areia próximo à ilha de Giglio e já havia inclinado cerca de 20 graus quando as pessoas começaram a deixar a embarcação em botes salva-vidas ou nadando. Equipes de resgate estão fazendo buscas de cabine em cabine em busca de possíveis sobreviventes.
O navio levava cerca de 3.200 passageiros, principalmente italianos, alemães, franceses e britânicos, além de cerca de mil funcionários. Helicópteros foram usados para retirar ao menos 50 pessoas que se refugiaram no deck do navio e se encontravam em situação delicada.
Estrondo
O Costa Concordia havia deixado o porto de Civitavecchia, perto de Roma, na sexta-feira para um cruzeiro pelo Mediterrâneo, que deveria terminar em Marselha, na França, após passar por portos da Sicília, da Sardenha e da Espanha. Um passageiro, identificado como Luciano Castro, relatou à agência de notícias italiana Ansa que estava jantando na sexta-feira quando ouviu um grande estrondo, após o qual o navio começou a sofrer com problemas elétricos.
Outra passageira, Mara Parmegiani, afirmou à mídia italiana que houve 'cenas de pânico' no navio.
'Estávamos muito assustados e congelando, porque aconteceu durante o jantar, então ninguém teve tempo de tomar mais roupas. Eles nos deram cobertores, mas não havia em quantidade suficiente', disse.
Dificuldades
Segundo afirmou à BBC um comissário do navio, Deodato Ordona, após o acidente os passageiros receberam a ordem de deixar a embarcação. Segundo ele, houve dificuldades para lançar os botes salva-vidas ao mar e muitos passageiros pularam e nadaram os cerca de 400 metros de distância até a terra firme. Os passageiros resgatados estão sendo acomodados em hotéis, escolas e em uma igreja em Giglio, que fica a 25 quilômetros da costa italiana.
A Costa Crocera, empresa proprietária do navio, afirmou que ainda é cedo para dizer o que causou o acidente. 'A inclinação gradual do navio tornou a retirada dos passageiros extremamente difícil', afirma um comunicado divulgado pela companhia. 'A posição do navio, que está piorando, tornou mais difícil a última parte da retirada.'
